Templates da Lua

Nome: KaaH Genova
Tempo: 17 invernos
Zodíaco: Virgem
Cadê: Barueri - SP

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Quinta-feira , 29 de Janeiro de 2009

Não um adeus, e sim um até logo.

2 anos e meio de Lethal Girl e ele chega ao fim.
Mas só o endereço, porquê uma vez blogueira, sempre blogueira.

Nova casa, novo endereço:
www.antesdosquarenta.wordpress.com

Espero vocês lá.


Escrito por • kααh • às 7:25:17 PM
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Quarta-feira , 26 de Novembro de 2008



Desde o início dos tempos a mulher já tem sua imagem marcada como a de sexo frágil, sujeito ao pecado, a falta de liberdade e independência física.


Vista como um simples objeto de reprodução, pois era considerada incapaz para o trabalho, a mulher foi submetida e subjugada por uma sociedade machista que se estende pelos séculos.


Desde meninas somos educadas para o que seria o nosso destino por obrigação: saber limpar casa, cozinhar, passar, cuidar das crianças... Enquanto isso, vemos nossos primos e irmãos brincando e sendo educados a serem os provedores da casa e quando é feita pergunta “porque ele não ajuda também” ouvimos sempre a mesma resposta: “Porque ele é menino” .


Na adolescência a diferença é quase um tapa na cara: As meninas são ensinadas a zelar por imagem, pois por qualquer coisa pode ficar “falada”, enquanto os meninos são o orgulho para os pais se tem 3 ou 4 namoradas.


Quando o assunto é sexo a coisa piora: dificilmente você vai ver uma menina saindo para a balada e ouvindo os pais dizerem “se diverte filha, e não esquece a camisinha viu?”. Agora, se for um menino os pais até compram a camisinha. Se a adolescente fica grávida é um desastre: é acusada de desonrar a família, muitas vezes é julgada como uma prostituta, e nos piores, e não tão raros casos, até posta para fora de casa.


O tempo vai passando e a mulher agora é adulta, tem que enfrentar seus problemas e responsabilidades de frente e uma sociedade que ainda por muitas vezes leva aquele pensamento machista de que a mulher só serve para ficar cuidando das casas e dos filhos. O pior é que enquanto têm mulheres que lutam contra esse preconceito, outras aceitam esse fato com a maior naturalidade, pois foram educadas nesse regime de cinderela, se tornando totalmente dependentes de seus maridos e filhos.


Quando o assunto é o casamento o que é considerado normal é que a mulher seja a dona do lar e o homem chefe de família, uma imagem que foi se denegrindo com o passar do tempo.


Se o casamento acaba a culpa é sempre da mulher: ou porque traiu, porque envelheceu, não quis “servir” o marido ou porque não foi capaz de “segurar” o homem. Depois disso a mulher é obrigada a se virar sozinha e se vê perdida, pois pela primeira vez a redoma de vidro foi rompida.


Esse fim de casamento foi tema do livro da psicóloga e escritora Colette Dowling, que classificou esse comportamento como Complexo de cinderela: “Meninas são criadas para achar que na exata hora em que bater o cansaço, medo, insegurança ou até simplesmente a preguiça, um príncipe surgirá no seu cavalo branco e tudo terá valido a pena.” _ diz a jornalista Carol Montone em sua avaliação do livro após de acusada de sofrer desse complexo.


No mercado de trabalho a situação já foi pior, mulheres chegavam a ganhar até 30% menos que os homens apesar de ter o mesmo cargo e cumprir as mesmas funções.


Hoje muitos homens se recusam a serem subordinados por mulheres, pois foram criados com a visão que “lugar de mulher é no tanque” e não na presidência de uma empresa, por exemplo.


Muitas de nós estão na luta para diminuir esse preconceito, mas depois de presenciar tantos depoimentos sou obrigada a dizer que enfrentar e acabar com a visão de milhares de homens machistas é fácil, o difícil é acabar com o nosso próprio preconceito, conscientizar as mulheres que temos capacidade e inteligência de sobra para cuidar e administrar coisas que vão muito além da casa e dos filhos.


Não podemos ter medo de viver, temos que ir a luta, enfrentar nossos medos e receios, mostrar toda nossa capacidade. Porque sim, somos boas, somos as melhores e se tivermos confiança em nós mesmas podemos até convencer a sociedade disso.


Por KaaH Genova


Escrito por • kααh • às 6:52:09 PM
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Terça-feira , 02 de Setembro de 2008

Dar não é fazer amor.

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado...

"A vida é a arte de tirar conclusões suficientes de dados insuficientes"

Luís Fernando Veríssimo


Escrito por • kααh • às 6:51:09 PM
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